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Bancada paraibana segue dividida sobre posição em denúncia contra Temer.

bancada-paraiba-brasiliaPelo menos três deputados federais paraibanos se mostram favoráveis ao prosseguimento da denúncia: Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), Pedro Cunha Lima (PSDB) e Luiz Couto (PT)… Os deputados federais paraibanos devem apreciar nesta quarta-feira (02) a admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB). A bancada paraibana, composta por 12 deputados federais, será a 24ª na ordem de votação e as especulações sobre os votos individuais já são feitas.

Pelo menos três deputados federais paraibanos se mostram favoráveis ao prosseguimento da denúncia. Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), Pedro Cunha Lima (PSDB) e Luiz Couto (PT) já indicaram que seu voto será favorável ao andamento do processo e afastamento de Temer do cargo.

Outros quatro deputados paraibanos, integrantes da base do presidente Temer são contrários à continuidade da denúncia. Efraim Filho (DEM), Aguinaldo Ribeiro (PP), Hugo Motta (PMDB) e André Amaral (PMDB) já indicaram que devem votar contra a admissibilidade da denúncia.

Já os demais cinco parlamentares integrantes da bancada paraibana não declararam como devem votar no processo de admissibilidade da denúncia contra Temer. Damião Feliciano (PDT), Wellington Roberto (PR), Benjamin Maranhão (SD), Rômulo Gouveia (PSD) e Wilson Filho (PTB) mantém o posicionamento indefinido sobre a votação.

Antes da votação, o relator do parecer aprovado na CCJ, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), fará a leitura de seu voto por até 25 minutos. Em seu relatório, o tucano pede que a denúncia contra Temer seja arquivada por falta de provas. Em seguida, o presidente Michel Temer ou seu advogado poderão falar por igual tempo.

Após a apresentação da defesa do acusado, a direção da Casa dará o direito de fala, de cinco minutos, a cada deputado que desejar se manifestar. Depois da exposição de quatro oradores, a secretaria esclarece que é permitida a apresentação de requerimento para encerrar a discussão. O requerimento será submetido à votação dos deputados, caso o plenário tenha a presença de pelo menos 257 parlamentares, quórum mínimo estabelecido pelo Regimento Interno da Câmara para votações.

Encerrada a discussão, terá início o processo da votação do parecer. Para encaminhar a votação, poderão falar mais dois oradores contrários e dois favoráveis ao parecer de Abi-Ackel por até 5 minutos cada. Os líderes partidários poderão falar por um minuto para orientar o voto das bancadas.

Só então o mérito do parecer da CCJ será submetido à votação nominal. Cada deputado deverá responder “sim”, “não” ou “abstenção”, conforme aprove ou rejeite o voto do parecer. Os parlamentares serão chamados conforme seus estados por ordem alfabética. A chamada será alternada entre estados das regiões Norte e Sul.

Depois que forem alcançados 342 votos, a Presidência da Câmara poderá proclamar o resultado. Para arquivar a denúncia, a base aliada precisa da maioria qualificada, de 342 votantes. Já para aprová-la, a oposição precisa do total de 342. No entanto, se a base aliada conseguir 172 votos, não acontece o julgamento. clickpb

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