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Campina Grande tem mais de 100 pessoas vivendo nas ruas.

cfed188e8db465ca029f60360059d034Campina Grande tem 100 pessoas em situação de rua. O número, informado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), contabiliza as pessoas vivendo em praças, viadutos e escadarias da região central da cidade e a maioria é usuária de drogas.

Uma deles, entrevistada pela reportagem, solicitou ajuda e foi encaminhada para uma clínica de tratamento. Fabiana, 41 anos, pediu para ser identificada apenas pelo primeiro nome. Ela estava dormindo no Coreto da Praça Clementino Procópio por ter perdido sua residência, no bairro Bodocongó, por causa de dívidas adquiridas na compra de drogas. “Tem mais de ano que tive que vender minha casa. Eu morava com meu marido, ele foi embora porque não aguentou essa vida que eu estava levando. Então comecei a viver com a família, mas eles também não aguentaram”, contou. Fabiana não soube dizer por que começou a usar o crack, mas afirmou que já teve uma vida “normal”.

De acordo com ela, além da família, do casamento e da casa, ela também perdeu o emprego de representante comercial. No Coreto, além dela, estavam outras quatro pessoas que não quiseram contato. “Eu quero parar com isso, mas não consigo. É muito difícil sozinha, por isso eu quero ajuda. Eu quero meu futuro em uma clínica sendo ajudada a sair dessa vida”, declarou. O pedido de Fabiana foi levado pela reportagem para a Semas, que a encaminhou para a Unidade Irmã Zuelide Porto, no bairro da Prata. “A unidade não tem tratamento para álcool e drogas, mas ela manifestou a vontade de deixar o vício, por este motivo, será levada para a Clínica de Reabilitação O Resgate, no Distrito Industrial.

Nós dependemos sempre desta manifestação de vontade para agir”, informou o diretor da Proteção Especializada Social da Semas, Ronaldo Rodrigues. Segundo ele, atualmente Campina Grande atende 22 pessoas na Zuleide Porto, além de 17 casas de acolhimento conveniadas. Destes, três locais têm tratamento de reabilitação para pessoas viciadas em drogas ou álcool, mas todos contam com o apoio de dois assistentes sociais, dois psicólogos, um advogado e o trabalho das secretarias de Educação e de Saúde. As pessoas que estiverem em situação de rua podem procurar a Semas, localizada na Rua Agrimensor José de Brito, 187, Alto Branco, para serem encaminhadas para as casas de acolhimento.

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