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Ricardo descarta concurso público e reajuste aos servidores para 2017.

ttttttO governador Ricardo Coutinho (PSB) afirmou que não há qualquer possibilidade de realização de concurso público, nem de reajuste dos servidores estaduais no próximo ano. O socialista também não descarta decretar estado de calamidade financeira devido à crise econômica. A revelação foi feita na manhã desta terça-feira (20) durante coletiva à imprensa na Granja Santana, residência oficial do governador, para fazer um balanço do segundo ano de seu segundo mandato.

Apesar da defasagem de pessoal em áreas como segurança e saúde, Ricardo Coutinho disse que não vislumbra a menor possibilidade, uma vez que o estado tem ultrapassado o limite de gastos com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), atualmente em 61,45%. “Não vislumbro a menor possibilidade. É uma cultura que vem crescendo e a gente vê o estado como o pai e a mãe que protege a tudo e a todo mundo, mas não é assim que tem funcionado, que pode funcionar”, declarou.

>>> Ricardo não descarta “calamidade financeira” para 2017

Ricardo Coutinho, entretanto, disse confiar que a população vá entender que este não é o momento para aumentar a folha de pagamento com mais servidores. “ Se eu fizer isso estou prejudicando a sociedade. Eu não posso ser irresponsável e pagar por isso. É preciso que a gente tenha a capacidade econômica”, argumentou.

O cenário apresentado pelo governador não é animador para os mais de 112 mil servidores públicos estaduais (conforme dados mais atualizados do Sagres do Tribunal de Contas do Estado, referentes a junho deste ano), que tiveram os salários congelados este ano como medida para tentar reduzir o gasto com pessoal e retirar o estado da classificação de descumpridor do limite da LRF.

Para 2017, os servidores não terão reajuste e as perspectivas para os comissionados e prestadores de serviço é de demissões. Ricardo Coutinho disse que será preciso realizar cortes na folha e também pretende fazer uma reforma na previdência, que tem déficit de R$ 1 bilhão. “O estado não comporta e não deve. Ao contrário, tem uma pressão federal para que nada seja feito em termos de pessoal para reduzir esse impacto”, disse.

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