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Policiais da Paraíba trabalham com colete à prova de balas vencido.

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Os policiais civis e militares da Paraíba estão saindo às ruas com coletes balísticos vencidos e armas com risco de não funcionarem durante a ação. Foi o que confirmou nesta terça-feira (30) o secretário de Segurança Pública do estado, Cláudio Lima, ao ser questionado sobre a falta de estrutura da Polícia da Paraíba para enfrentar as ações dos bandidos. A validade de um colete é de cinco a seis anos, dependendo da marca do produto. A denúncia de policiais é de que desde 2013 o governo não compra coletes à prova de balas e que as as pistolas adquiridas pelo governo, da marca Taurus, teriam falhas no gatilho.

Cláudio Lima admitiu que o material de proteção individual dos profissionais da segurança está vencido e que vem enfrentando dificuldades para adquirir novos equipamentos, mas que o governo do estado está tomando as providências necessárias para garantir o equipamento de proteção individual dos policiais.

A última licitação para adquirir novos coletes balísticos de proteção foi aberta em janeiro de 2013 pela Secretaria de Estado de Administração na modalidade pregão presencial para atender o efetivo de dez mil policiais militares.

Conforme o edital, o registro de preço para compra de 5 mil coletes, todos dos modelos masculino, sendo 2.500 tamanho M, 1.300 tamanho P e 1.200 tamanho G. Uma outra licitação foi aberta em agosto de 2015 para aquisição de 300 coletes para a administração penitenciária, todos masculinos, mas o processo foi suspenso no mês seguinte.

Novos coletes

O secretário disse que o governo do estado está recebendo mais de quatro mil coletes do governo federal para suprir a Polícia Militar. “A Polícia Militar está com esses coletes em dia. Estamos precisando repor os da Polícia Civil. Agora essa reclamação vai ter sempre porque ele se vencem a cada cinco anos”, admitiu.

Com relação ao material de proteção de Civil, Cláudio Lima garante que a licitação para compra de coletes está em andamento. Segundo ele, o governo estadual teria aderido a um registro de preço de Brasília, mas como houve uma discussão de uma empresa do Paraná com relação à qualidade dos coletes, o estado teve que recurar e aderir a uma outra. “A fase que estamos é de adesão de ata”, afirmou.

Com relação às armas, Lima disse que está cobrando da empresa Taurus acerca do lote que veio com defeito. “Algumas armas que apresentaram defeito foram revisadas”, garantiu.

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