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Chikungunya ataca moradores no Bairro dos Estados.

bbbbbMoradores da Rua Cônego Luiz Gonzaga de Oliveira, no Bairro dos Estados, em João Pessoa, estão sendo atacados por um foco do mosquito Aedes Aegypti, ainda não identificado, que já provocou chikungunya em habitantes de oito casas de um único quarteirão. Em um dos imóveis, uma família inteira está acometida da doença, entre eles, uma senhora de 82 anos, que está sobre uma cama, há 20 dias. Há cerca de um mês, o dono de uma casa abandonada aterrou a piscina, após ser denunciado e ver o muro do imóvel pichado com injúrias, que faziam referência à falta de providências. Agora, os moradores da região procuram pelo novo foco.

A dona de casa Maria José de Moura, de 46 anos, foi a primeira da família infectada pelo vírus da chikungunya. “Primeiro comecei a sentir febre e até achei que estivesse resfriada. Mas no dia seguinte começaram a ânsia de vômito e as dores nas juntas, que me tiraram a força física, a ponto de me fazer sofrer um queda na cozinha, por não conseguir me sustentar de pé. Nessa queda, bati com o rosto na mesa e fiquei ainda pior. Fiz exame de sangue e o médico confirmou a chikungunya”, contou.

Dias depois, a aposentada Lindalva Moura, de 82 anos, tia de Maria José, apresentou os primeiros sintomas da doença. “Por ela ser idosa, ficou ainda mais debilitada e esta acamada há 22 dias”, disse a sobrinha. Na última segunda-feira, a filha de Maria José também começou a sentir os efeitos. “Estou com muita febre, dores nas articulações. Sem conseguir ir para a faculdade e muito debilitada”, relatou a estudante Patrícia Moura.

Nas duas casas vizinhas de Maria José, há pessoas com chikungunya e dengue, segundo ela. Cinco casas à direita mora a funcionária pública Patrícia Moreira está com os sintomas da doença desde o último dia 20. “Comecei sentindo uma dor no punho e achei que fosse uma tendinite. Mas em menos de 10 horas, todas as articulações do meu corpo já estavam doendo muito, começava a febre e percebi que seria chikungunya. Fiz exames, mas ainda não recebi resultado”, disse.

Piscina aterrada

A suspeita dos moradores da Rua Cônego Luiz Gonzaga era relacionada a uma casa desocupada, que fica na Rua Francisco de Oliveira, distante dois quarteirões. De fato, o imóvel ficou algum tempo com uma piscina desativada e acumulando água e os moradores picharam o muro, alertando para o risco de dengue e até xingando o proprietário, que acabou adotando providências. “Há cerca de um mês ele botou cinco caminhões de terra aí dentro e aterrou a piscina”, disse o vizinho Crisvalter Ferreira.

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