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Arquivos diários:07/06/2012

Proposta da UBAM prevê aumento de R$ 2,3 bilhões para os Municípios

A entidade busca no Congresso apoio para alteração do Código Tributário Nacional e extinção dos coeficientes 0.6 e 0.8, passando os Municípios automaticamente a 1.0, com aumento significativo dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM)

A União Brasileira de Municípios (UBAM) estará apresentando esta semana no na Câmara dos Deputados, através de parlamentares que integram a bancada municipalista, uma proposta para alteração da Lei nº 1.881/81, o que poderá modificar o Código Tributário Nacional, objetivando corrigir as partilhas dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), prevendo um aumento de 2,3 bilhões de reais. Uma das modificações é a extinção dos coeficientes 0.6 e 0.8, passando automaticamente os Municípios para o coeficiente 1.0, aumentando os seus recursos, oriundo das transferências constitucionais, em mais de 30%.

Como é definido o coeficiente para cada município?

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, órgão responsável pela realização do Censo Demográfico, faz o levantamento do número de habitantes de cada município e o informa ao TCU. Após análise dessas informações, o TCU estabelece o coeficiente individual de participação para cada município, com base no disposto no Decreto-Lei nº 1.881/81. O coeficiente mínimo, 0,6, é válido para municípios com até 10.188 habitantes. Para municípios que têm mais de 10.188 habitantes e menos de 156.216, foram definidas 16 faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual. Para todos os municípios do interior com mais de 156.216 habitantes foi determinado o coeficiente 4,0.

Segundo a UBAM, as prefeituras brasileiras, sobretudo as menores, vêm acumulando, ao longo de três anos, diminuição significativa nos repasses das transferências constitucionais. Mesmo com registro de leve recuperação do nível de recursos recebidos, a entidade lamentou que isso não foi o suficiente para corrigir os distúrbios financeiros causados pelo acúmulo de diminuições anteriores, que só seria possível se o governo da União repusesse, através de um repasse extra, cerca de três bilhões de reais e promovesse um “encontro de contas” entre todos os Municípios e o INSS, já que o órgão tem uma dívida estrondosa com as prefeituras que ultrapassa 25 bilhões de reais, mas que continua onerando injustamente os cofres públicos municipais.

Segundo o presidente da UBAM, Leonardo Santana, a diminuição da capacidade financeira dos Municípios prejudica as ações que visam garantir a educação, bons serviços de saúde e a promoção do bem estar social de suas populações, fato comprovado pela explosão de criminalidade e violência, devido a falta de políticas públicas sociais. Essa evasão de recursos se deu por conta da redução da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), depois do programa de renúncia fiscal do governo federal, que vem se propagando todos os anos. Houve também drástica redução na arrecadação de Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O arrecadado com os dois impostos caiu 50% no quarto trimestre do ano passado. As desonerações, que tiveram impacto de R$ 17,3 bilhões nos oito primeiros meses de 2011, leva em conta tanto as reduções de impostos decididas após a crise como outras desonerações em vigor.

A arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, que teve a alíquota reduzida em dezembro do ano passado para veículos de até 2 mil cilindradas, caiu 75,79%, descontado o IPCA, entre janeiro e agosto. Para os demais produtos, a queda real chegou a 27,24%, influenciada, principalmente, pela desoneração para materiais de construção e produtos da linha branca (fogões, geladeiras, máquinas de lavar e tanquinhos).

Leonardo lamenta que não haja uma reação mais forte, por parte do Congresso Nacional, para coibir, o que ele chama de “desestabilização das gestões públicas municipais”, pois, segundo ele, o governo faz o que quer com as receitas que deveriam ser repassadas para os Municípios, diminuindo impostos e mantendo as contribuições, as quais os Municípios não têm direito de receber, sendo, por isso, que existem tantos programas lançados pelo governo federal, algo que deveria ser de prerrogativa dos Municípios, já que todos os serviços à população precisam ser municipalizados, para garantir seu melhor aproveitamento, já que a gestão municipal está mais perto da população.

A UBAM espera que a proposta de reformulação do pacto federativo seja discutida no congresso nacional, para uma ampla alteração no Código Tributário Nacional, objetivando aumentar a participação dos Municípios na partilha dos recursos que formam o bolo tributário, que só nestes primeiros meses do ano já arrecadou 448 bilhões de reais, repassando apenas R$ 29,6 bilhões para os Municípios.

“É preciso estabelecer uma relação mais adequada entre o governo e as prefeituras, para que as administrações municipais sejam fortalecidas com mais recursos, a fim de viabilizar o atendimento as populações, quanto a prestação de serviço de qualidade na saúde, na educação e no combate a pobreza, além de poderem os gestores cumprirem a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que limita gastos com a folha de pessoal das prefeituras.

O presidente da UBAM acredita que a proposta da entidade terá o apoio dos deputados e senadores, já que a entidade tem mantido uma presença marcante no Congresso Nacional, com assessoria permanente junto aos parlamentares. Ele destacou que essas medidas surtirão um efeito muito positivo nas contas das prefeituras e não será ônus nenhum para o governo da União, pois seus cofres já não cabem mais tanto recurso.

Fonte: assessoria

 
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Publicado por em 07/06/2012 em Uncategorized

 

Políticos travam briga para conseguir instalação da fábrica

Logo após de ser confirmada a chegada da fábrica de automóveis na Paraíba pelo empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, do grupo Caoa, os políticos já começam a se manifestar e travar uma disputa para conseguir a instalação do empreendimento em regiões que são suas bases eleitorais.

Pelo twitter, O deputado estadual Branco Mendes (DEM) revelou que vai lutar para que a fábrica fique no Litoral Sul. “Se a Fábrica Caoa deve ficar a menos de 100 Km do Porto de Cabedelo vou lutar para ela ficar no Litoral Sul que também fica próximo ao Porto Suape”, disse Branco Mendes.

Já o prefeito de Campina Grande e o se irmão, o senador Vital do Rêgo Filho, ambos do PMDB, já confirmaram um encontro com o empresário Carlos Alberto para negociar a ida da fábrica para Campina Grande.

O gestor do Grupo CAOA, empresário Breno Landim revelou que na próxima semana ocorrerá um encontro com o prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo e com o Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) para um estudo de viabilidade para a nova fabrica do grupo. O investimento previsto será de US$ 600 milhões e a estimativa inicial da empresa é que deve gerar cerca de 20 mil novos empregos diretos e indiretos, com o novo empreendimento.

“O doutor Carlos Alberto é muito amigo do Senador e, em várias oportunidades, vem tratando do empreendimento com Vital. Acredito que dentro do mais breve período iremos sentar com o prefeito Veneziano e com o Senador, pois o interesse de Carlos Alberto (fundador e presidente do grupo CAOA) é levar a fábrica para Campina Grande”, afirmou Breno Landim.

Outro que manifestou o desejo de que a fábrica seja instalada em Campina grande foi o deputado federal Romero Rodrigues (PSDB) que já iniciou uma campanha no twitter. “Unidos pela Montadora em #Campina Grande#. Vamos todos nos unir em prol da instalação da Montadora #HyundaiEmCampinaGrande RT”, comentou.

Romero disse que vai estar nesta sexta-feira (08) na Associação Comercial de Campina Grande para pedir apoio para a instalação da montadora. “Sexta estarei na Associação Comercial de Campina Grande, pedindo apoio para instalação de Montadora na Cidade”, comentou informou Romero no twitter.

Fonte: PolíticaPB

 
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Publicado por em 07/06/2012 em Uncategorized

 

TJ recebe denúncias de Notícia Crime contra prefeitos Tenório e Piancó

O Pleno do Tribunal de Justiça, em sessão realizada na tarde desta quarta-feira (6), recebeu duas denúncias em Notícia Crime contra os prefeitos municipais de Tenório e Piancó. O relator de ambos os processos foi o juiz convocado Marcos William de Oliveira, que decidiu pelo não afastamento dos gestores dos respectivos cargos. O prefeito de Tenório, Denilson Guedes Alves, e a servidora Maria Aparecida Santos Alves, foram acusados, em tese, pelo Ministério Público, de falsificação de contracheques a fim de obter empréstimo acima da margem consignável. Contra a prefeita de Piancó, Flávia Serra Galdino, pesa a acusação de burlar a exigência de concurso público, admitindo pessoal para a Administração Pública, sob a alegação do excepcional interesse público.

O Ministério Público aponta a extrapolação no limite temporal máximo para contratação, previsto na Lei Municipal n° 858/2001. Segundo o processo de nº 999.2011.00830-001, o MP afirma que a prefeita de Piancó utilizou-se, entre janeiro de 2009 a dezembro de 2010, do artifício consistente em contratar cada um dos servidores por prazo determinado e duração permitida pela legislação municipal para, em seguida, renovar os respectivos contratos.

A prefeita Flávia Serra afirma que os contratos firmados com as pessoas nos anos de 2009 e 2010 nunca extrapolaram o prazo de seis meses, pois algumas pessoas trabalharam tanto no ano de 2009, como no seguinte ano, apenas por seis meses, em cada ano, sem renovação. Aduz que já realizou cinco concursos públicos, mas em razão de uma ação civil pública proposta pelo MP, que teve como objetivo a anulação do concurso realizado em 2009, ficou impedida de realizar novos concursos.

No caso do município de Tenório, segundo consta nos autos, o gestor está sendo responsabilizado pela alteração no seu contracheque, bem como no da secretária de Ação Social, com o objetivo de obter empréstimos consignados junto ao Banco Matone/SA. Na defesa o denunciado arguiu, preliminarmente, a ausência de justa causa para a persecução penal, tendo em vista a atipicidade das condutas que lhes foram atribuídas, pois os pagamentos dos empréstimos teriam sido feitos ás custas dos próprios contratantes, tanto que o foram em dinheiro, que em consulta ao Tribunal de Contas, restou informado a ausência de registro de empenho da Prefeitura Municipal de Tenório, em nome do Banco Matone S/A.

Fonte: TJPB

 
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Publicado por em 07/06/2012 em Uncategorized

 

Deputado Adriano Galdino é o novo secretário do Governo; Hervázio reassume na ALPB

O deputado estadual Adriano Galdino (PSB) foi confirmado pelo governador Ricardo Coutinho, na noite desta quarta-feira (06.06), como o novo secretário do Governo (antiga Casa Civil). Ele substitui o deputado estadual Lindolfo Pires (DEM), que se desincompatibilizou para estar apto a disputar a Prefeitura de Sousa.

Com a saída de Adriano Galdino, o deputado estadual Hervázio Bezerra (PSDB) continua na titularidade do mandato. Através do Twitter, o próprio Adriano Galdino revelou ter aceitado o convite de Ricardo. “Governador me convoca paera uma nova missão no governo, com objetivo de manter Hervázio na AL”, postou, às 21h37.

A exoneração a pedido de Lindolfo Pires foi publicada na edição desta quarta-feira (6) do Diário Oficial do Estado, no último dia de prazo de desincompatibilização permitido pela legislação eleitoral.

Adriano Galdino já havia ocupado a Secretaria de Interiorização, que fica em Campina Grande, no início da gestão de Ricardo Coutinho. O governador chegou a sondar a possibilidade do deputado Branco Mendes (DEM) assumir a vaga de Lindolfo. Branco agradeceu o convite, mas explicou que estará envolvido diretamente nas campanhas eleitorais em municípios do Litoral Sul. Sua esposa pode ser candidata à prefeita em Alhandra.

Lindolfo Pires deixou o governo com a proposta de fechar uma aliança em Sousa, formando um ‘chapão’ que teria a participação do também deputado estadual André Gadelha (PMDB). Desse acordo, o próprio Lindolfo pode sair candidato a prefeito. Ainda pode haver a escolha consensual entre André ou o deputado federal Leonardo Gadelha (PSC).

Hermes de Luna

 
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Publicado por em 07/06/2012 em Uncategorized